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Liturgia

Liturgia é uma ação sagrada, através da qual, com ritos, na Igreja e pela Igreja, se exerce e prolonga a obra sacerdotal de Cristo, que tem por objetivos a santificação dos homens e a glorificação de Deus” (SC 7).

Em outras palavras, a liturgia é a continuidade do plano de salvação do Pai, através da presença mística de Cristo nos sacramentos, que são administrados e perpetuados pela Igreja. Á Igreja cabe a missão de continuar a obra de Cristo, que se dá, sobretudo, através da liturgia. Sem liturgia, não há Igreja e sem Igreja não há liturgia. E sem liturgia não há continuidade no mistério da salvação da humanidade.

E para nós saluzianos é na santa missa que vivemos a expressão máxima de nosso carisma: Amar e fazer Deus amado. Nela temos também a oportunidade de resgatar os valores de nossa santa Igreja e de reconciliarmos o povo com Deus. Por isso e por tudo o que ela é, devemos ter todo o zelo e amor para com o santo sacrifício do Senhor.

“O cálice de bênção, que benzemos, não é a comunhão do sangue de Cristo? E o pão, que partimos, não é a comunhão do corpo de Cristo?”(I Cor 10,16).

“A Liturgia é o cume para o qual tende a ação da Igreja e, ao mesmo tempo é a fonte de onde emana toda a sua força. Pois os trabalhos apostólicos se ordenam a isto: que todos feitos pela fé e pelo Batismo, os filhos de Deus juntos se reúnam, louvem a Deus no meio da Igreja, participem do sacrifício e comam a ceia do Senhor”.(Sacrossantum Consilium 10)

Quando ouvimos falar em Liturgia, normalmente nos lembramos de normas de celebrações; manuseio de objetos sagrados; coisas ligadas à sacristia. Mas, com certeza, estas são idéias falsas, pois Liturgia é algo muito mais profundo: é a alma da Igreja.

Liturgia

São duas as dimensões litúrgicas: glorificação de Deus e santificação do homem. Uma completa a outra, uma é conseqüência da outra. Enquanto glorificamos a Deus nos santificamos. A Liturgia deve sempre nos levar a uma maior aproximação com Deus, o que sempre nos levará a uma atitude de conversão. Sendo rica em símbolos, todos se referem à realidade de Jesus Cristo e do Reino de Deus. Toda esta rica simbologia está impregnada do Espírito de Jesus Ressuscitado, para que esta celebração da manifestação misericordiosa de Deus para com seu povo seja uma ação orante que atinge o coração, provocando uma verdadeira relação de amor com Deus que veio fazer aliança conosco.

Na liturgia realiza-se a mais intima cooperação entre o Espírito Santo e a igreja. O Espírito Santo prepara a igreja para encontrar o seu Senhor; lembra e manifesta Cristo á fé da assembléia; torna presente e atualiza o mistério de Cristo; une a igreja á vida e a missão de Cristo fazendo frutificar nela o dom da comunhão. (CIC 1091- 1109, 1112)

Na liturgia age “Cristo todo” (“Christus Totus”) por isso tudo na liturgia é imutável. Na liturgia, especificamente na dos sacramentos, há elementos imutáveis porque são de instituição divina, da qual a igreja é sua fiel guardiã. Há também elementos suscetíveis de mudança, que ela tem o poder e às vezes também o dever de adaptar as culturas dos diversos povos. (CIC 1205- 1206)

Tudo deverá nos levar sempre a sentimentos de mudança, de renovação. Não podemos jamais, sair de uma celebração do mesmo modo com entramos. Ela sempre deverá nos levar a uma vida nova em Cristo.

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