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Fundação

Fundação 1

No ano de 1979 na cidade de Salinas – MG nasceu Brina Meirelle Ferreira Esteca, filha de Jarbas Ferreira Murta e Maria Emília Rodrigues Ferreira. Além de Brina, o casal tinha um filho de apenas seis anos chamado Mileno Rodrigues Ferreira.

No mesmo ano do nascimento da filha caçula, a família Ferreira Murta resolveu deixar para trás a tranqüilidade da pequena cidade de Rubelita – MG, onde sempre moravam, para tentar a vida na cidade grande. Pensando no bem estar de sua família, Jarbas foi na frente, e após viajar 1400 Km chegou a Campinas, disposto a conseguir um emprego e uma casa para então trazer sua família.

A família só voltou a se reunir seis meses após a partida de Jarbas, quando ele trouxe a família para Campinas foram morar em uma casa alugada no Jardim Ipaussurama, zona Oestre da Cidade. Eles ficaram nessa casa por aproximadamente 18 meses, pois em 1981, após juntar algumas economias, Jarbas conseguiu comprar um terreno e erguer uma casinha simples. A mudança para a nova residência aconteceu antes mesmo que a casa pudesse ser rebocada. Foi nesse endereço que Brina passou sua infância, adolescência e sua juventude, seus pais residem no local até hoje.

Desde pequena, Brina se diferenciava das demais crianças, a amizade e intimidade que demonstrava ter com seu anjinho da guarda, a vontade de estar constantemente na presença de Deus e Nossa Senhora impressionavam seus amiguinhos e primos.

Como seus pais não tinham o hábito de freqüentar a igreja, Brina sempre que possível participava de encontros de oração e celebrações na companhia de seus vizinhos e amigos. Sua busca não parou por aí, aos 10 anos de idade Brina inscreveu-se por conta própria na catequese. Após receber o sacramento da eucaristia, ela começou os encontros da Crisma, recebeu o sacramento e decidiu ser catequista de Crisma na paróquia Santa Inês.

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“Iniciei na catequese aos 10 anos, mas serei catequista até o fim da vida, talvez não mais nas salas da paróquia, mas em todas as circunstâncias em que puder fazer Deus conhecido e amado.”


Brina conviveu dos 15 anos até os 17 anos com o desejo de seguir a vida religiosa, a fim de saciar sua vontade de amar mais a Deus, pois se sentia sempre insaciada de Deus. Mas, aos 17 anos, deu uma abertura para viver uma nova experiência de relacionar-se, então teve seu primeiro namorado que enciumado de sua dedicação à catequese pediu que escolhesse entre ele e a Igreja. Como ficou com a Igreja voltou os desejos para uma consagração a vida religiosa e naquele momento sentia seu coração totalmente indiviso para Deus.

Em 1996, em um encontro para catequistas, logo após a comunhão eucarística, já no final do encontro, Brina recebeu um cartãozinho de lembrança com um versículo do evangelho que dizia: “Eu vos farei pescador de homens”! Não parecia o mesmo versículo que já havia ensinado tanto aos seus jovens e crianças. Aquela frase a tocou de forma tão intensa que naquele momento sentiu-se atraída e convidada a algo alem de seus trabalhos catequéticos.

Em 1997 após um planejamento paroquial para as novas turmas de Crisma depara-se novamente com a sede deste algo a mais que não entendia. Foi quando o Pe. Elisiário que era o pároco da paróquia de Santa Inês a incentivou a fazer algo mais por aqueles jovens tão bons que após receberem o sacramento da Crisma se dispersavam da Igreja. Inquieta e desejando seguir a voz interior do Cristo que a seduzia a algo que não entendia, comunicou aos catequistas que tinha o desejo de criar um grupo com alguns jovens crismados que sentissem o desejo no coração de uma entrega maior. Dos 15 catequistas da equipe, cinco toparam acompanhar o grupo, entre eles estava a co-fundadora da Comunidade Thaís Danila da Cunha.

No dia 03 de maio de 1998 um grupo de aproximadamente 15 pessoas iniciavam uma caminhada na busca em descobrir a vontade de Deus, partindo desse propósito, nesse momento foi fundada a Comunidade Católica Sal e Luz. Nesse mesmo momento Brina iniciava a faculdade de Engenharia da Computação. Como não sabia exatamente o que Deus estava querendo com aquela obra, Brina ainda tinha dúvidas se deveria apenas iniciar aqueles Jovens e depois seguir um caminho de vida religiosa. Fez, portanto alguns caminhos vocacionais e se lançou na busca de encontrar a vontade de Deus. Nessa busca foi missionária enviada pelo Bispo Dom Luiz Guedes à Diocese de Caetité – BA, entre os trabalhos missionários encontrou a devoção a Santa Teresinha do Menino Jesus que respondia ao grito interior que, desde  a sua adolescência foi deixado por Francisco de Assis ao dizer que “O Amor não era Amado”. A frase de Teresinha “Desejo amar a Deus até a Loucura” parecia ser resposta aos anseios e sede de seu coração.

Ao voltar da missão que fora feito em suas férias do trabalho, pediu as contas e mergulhou mais profundamente na busca de saciar a sede de seu coração. Foi após um de seus encontros com a Mestra de Noviças do Carmelo de Santa Teresinha – Campinas (onde também levou alguns de seus irmãos de Comunidade que naquela época apenas se denominavam Família Sal e Luz), que entendeu que o Senhor a colocava diante de uma via nova, de outro monte, não o Carmelo, mas um monte sem estradas, com trilhas ainda não desbravadas. Compreendeu que o Espírito Santo a colocava não somente para iniciar e incentivar aquele grupo, mas para nele fazer sua peregrinação rumo à Pátria Celeste, em direção ao encontro tão sonhado com Aquele que desde sempre conhecia pela voz. Arrumou outro emprego que a permitia participar diariamente da Santa Missa e continuar seus estudos, principalmente sobre Deus e a Igreja.

Em 2002, certa do desejo de consagração e de ser somente de Deus, fez seus primeiros votos diante do Altar e da Cruz juntamente com alguns irmãos principiantes. Neste mesmo ano, autorizada pela Igreja, alugou uma casa para a sede da Comunidade. Após isso no desejo de se esconder em Jesus e compreender melhor seus desejos, convocou eleições e passou o posto de Coordenadora que acumulava desde 1998.

Em 2003 deixou definitivamente de trabalhar para as coisas do mundo e se empregou na vinha do Senhor, onde trabalha desde então. Por motivos financeiros, trancou a faculdade no último ano, embora faltasse apenas um ano para se formar, seu desejo de se consumir não conseguiu esperar, e entre trabalhar no mundo e pagar a faculdade preferiu trabalhar pra Cristo e depositar no “banco do céu”.

Mais certa de seu caminho e da vontade de Deus em sua vida, acolheu todos os presentes enviados por Deus, dentre eles a possibilidade de um esposo. E foi em 2004 que começou um caminho de discernimento com um amigo e membro da Comunidade, Alexandre Esteca. A princípio dizia que queria dar a Deus sempre mais, e em sua oração o Senhor a questionava e mostrava a beleza do “mais” que existe no matrimônio e a necessidade da Igreja de hoje em ser testemunha de que a família é santa e desejada por Deus. Em 2005 começaram a namorar, em 2007 noivaram e em 2008 ela passou a ser chamada de Brina Meirelle Ferreira Esteca após se casar com Alexandre Esteca, cerimônia em que também consagraram o matrimônio ao Senhor pelo carisma de Sal e Luz.

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